terça-feira, 7 de março de 2017

Aniversário na CODE (2ª parte)

Continuação...

De volta à área reservada aos aniversariantes, satisfeitos e saciados pelo que havíamos feito, seguimos a noite conversando, bebendo e conhecendo gente nova… Já quase no término da balada, a maioria dos casais já se deslocava em direção ao caixa, e nós decidimos que também tinha chegado a nossa hora, então fomos nos despedir dos casais que havíamos conhecido e também daqueles que nos acompanharam por toda a noite, inclusive do casal BeC. Porém, não fazíamos idéia de que eles ainda planejavam brincar com um último casal naquela noite.

Nota: Nessa época, nós já éramos amigos do casal BeC a quase 1 ano e nunca tínhamos transado com eles, nem mesmo trocado carícias sexuais, não por falta de empatia. Adorávamos conversar com eles, tínhamos os mesmos gostos e isso fazia com que a conversa fosse sempre muito agradável, preenchendo todo o nosso tempo juntos, e isso acabava tomando o tempo que seria pra sacanagem também. (rsrs)

Inocentes ou não, mau sabíamos que o casal que eles tinham como alvo, éramos nós. E foi assim, em meio aos abraços e beijos de despedida, que a sra. C me deu aquele beijo. Ok, beijos de lingua aconteciam com frequência quando os 4 se encontravam. Mas dessa vez foi diferente, estava claro pela forma apetitosa do beijo e da mão que tinha ido direto para dentro da minha calça. O sr. B e a Mô apenas observavam. Eu retribui tanto o beijo como a mão boba, que foi direto na bunda dela. Findado o beijo, ela disse para que fossemos todos nós lá para dentro, referindo-se a uma das cabines. O sr. B pegou a Mô pela mão e nos seguiu. Para nossa surpresa, todas as cabines ainda estavam ocupadas, mesmo a balada estando no seu fim. Ficamos trocando beijos e caricias até que uma das cabines fosse liberada.

A primeira cabine a ser disponibilizada foi uma toda isolada, meio apertada, com um “sofá” pequeno e sem vidros ou buracos de holy. Mas estávamos impacientes demais para esperar por outra. Nosso foco era outro, afinal de contas eram quase 12 meses de contenção sexual entre nós 4. Já dentro da cabine, a sra. C tirou a calça, se deitou como pode naquele sofazinho, puxou a calcinha para o lado e derramou um óleo corporal sobre a xana. Não pensei 2 vezes, apenas me abaixei e comecei a chupa-la. A Mô também se acomodou no sofazinho, sentada de frente para o sr. B auxiliando-o a abrir a calça e botar o pau pra fora. Enquanto eu chupava e enfiava meus dedos na bucetinha da sra. C, ouvia os gemidos de prazer do sr. B com o boquete da Mô. Essa cena durou por longos minutos, até que o sr. B já “a ponto de bala”, puxou a Mô para que ficasse de costas para ele. Ela se levantou, pôs-se de joelhos no sofá apoiando as mãos na parede e se curvou o máximo que pode naquele micro espaço. De camisinha colocada o sr. B começou a foder com a Mô meio que de 4, meio que em pé. A cada bombada ele a espremia mais contra a parede. Neste momento eu já estava de pé com a sra. C ajoelhada a minha frente me chupando. E que boquete sensacional! Era daqueles que vai da bola até a ponta do pau, sabe? A sra. C era bem dedicada no boquete, dizia em meio as chupadas que queria me fazer gozar assim. E não foi muito difícil de que ela alcançasse o seu objetivo. A sensação ali era foda, eu olhava para o lado e tinha a Mô gemendo de tesão enquanto o sr. B a fodia, olhava para baixo e a sra. C me presenteava com um incrível boquete. Foi então que anunciei que eu iria gozar, a sra. C se afastou levemente, colocando os seios em prontidão para receber o jato de leite. Enquanto eu gozava ela continuava me masturbando, pedindo pela última gota. E assim que ela saiu do meu pau, a sra. C voltou a me chupar, buscando algo na bolsa que estava ao lado, com uma das mãos. Era uma camisinha. Com o pau já “limpo” pela boca dela, e já meio duro - meio mole, ela se deitou de pernas abertas para que eu a fode-se. Quando comecei a bombar, o sr. B estava gozando, ainda naquela posição dominadora que havia colocado a Mô desde o começo. Eles se ajeitaram e passaram a assistir a sra. C com seu plano de me desgastar por inteiro. Mesmo eu já tendo gozado com ela e também com a Mô no decorrer da noite, ela ainda exigia pressão. Ficava repetindo que me queria acabado, esgotado, sem forças nem para sair andando da cabine… Para os 2 que estavam de fora, talvez aquilo soasse como algo engraçado, mas eu sabia que aquela chave de pernas em volta da minha cintura, somente se abriria quando não tivesse mais energia. E foi o que aconteceu, junto com o desgaste e câimbras, vieram os gemidos de satisfação da sra. C, gozando no último instante, apertando ainda mais as pernas que me envolviam.

Estando todos satisfeitos, voltamos a nos despedir, só que dessa vez com uma sensação diferente de todas as outras vezes. Não havia mais dúvida de como seria nosso envolvimento na cama. A mesma sintonia que rolava nas conversas, havia rolado no sexo e isso era muito bom! O aniversário era do sr. K, mas quem ganhou o presente foi o casal BeC. (rsrs)




segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Aniversário na CODE (1ª parte)

Certa vez fomos convidados a comemorar o aniversário de um amigo na Code (casa de swing de SP). Esta seria a nossa primeira vez em uma casa de swing, à convite de outro casal. Normalmente íamos por conta própria e lá fazíamos nossas amizades. Marcamos de nos encontrar em um posto de gasolina, antes de entrar na balada. Chegando ao local marcado, nosso amigo e sua esposa já estavam lá com outros casais, todos já fazendo aquele “esquenta”. Eram 5 casais. Dos presentes conhecíamos apenas 2 deles (KeC e BeC), mais isso não era problema, logo estávamos todos conversando juntos.

Ao entrar na balada fomos direto para uma área reservada à aniversariantes, ao lado do bar. Pedimos algumas rodadas de bebidas e continuamos as conversas que já haviam iniciado no posto. Depois de algum tempo as meninas decidiram subir no balcão para dançar. A Mô nunca havia feito isso antes, mais não demostrou timidez, subiu e deu um show. Eu e os demais maridos, observávamos tudo de perto, mais não exatamente no balcão. Já as pessoas que estavam no balcão arriscavam uma passadinha de mão aqui e outra ali, mais nada que incomodassem ou impedisse as garotas de continuarem dançando. As mais acostumadas com as performances no balcão, ficaram só de calcinha, a Mô que estava usando um vestidinho, apenas deixou que as alças do mesmo caissem, transformando o vestido em uma espécie de mini-saia que deixava os peitos a mostra.

Após o momento exibicionista das meninas, voltamos ao bate-papo na área reservada, quando percebo nosso amigo aniversariante (sr. K) puxando a Mô de canto e a beijando. Não fatisfeito com os beijos na boca e a mão boba na bunda dela, ele a virou de costas encoxando-a e a Mô passou a rebolar nele, fazendo com q o pau dele esfregasse nela. Ele arriscou alguns beijos no pescoço, falava algumas coisas, dava uma passadinha de mão nos peitos e falava mais um pouco... Eu observava de canto, esperando que o clima esquentasse mas não aconteceu. Com a Mô e o sr. K de volta, decidi chama-la p q me acompanhasse no "labirinto". Lá dentro percebia q cada rapaz que passava pela Mô nos corredores,  tentava de alguma forma tirar uma casquinha. Chegando na sala da Kombi, a coloquei de joelhos e saquei o pau pra fora para que me chupasse. Enquanto ela chupava meu pau, alguns espectadores se aglomeravam a nossa volta, com seus paus já fora da calça e pediam a permissão para participar. Porém não houve interesse dela por nenhum deles, frustrando cada um eles. E assim ficou, ela me chupando e os caras se punhetando ao nosso lado.

Nesse meio tempo a sala "aquário" vagou e corremos para lá. É nosso canto preferido em qualquer casa de swing. Nossos "espectadores" tbm nos seguiram até lá e colaram no vidro. A Mô me fez ficar deitado enquanto ela tirava seu vestido vagarosamente no ritmo da música. Depois arrancou a calcinha ficando totalmente pelada, pois-se de 4 com a bunda virada para o vidro e voltou a me chupar.  Com uma das mãos ela se masturbava,  deixando a galera do lado de fora louca de tesão com a cena. Daí ela se levantou, foi até o vidro e colou os peitos no vidro, como se dando-os para que chupassem. E foi o q aconteceu,  os caras lambiam, beijavam e alisavam o vidro, como se ele não estive ali entre eles e a Mô. Se virou e fez a mesma coisa com a bunda. Se curvando um pouco como se fosse ficar de 4, e começou a rebolar, deliciando-se com a cobiça de todos por ela. Inclusive a minha! Eu me masturbava vendo aquilo enquanto a chama de putinha safada. Satisfeita com a maldade feita com os rapazes, ela voltou a atenção para mim. Ficou de quatro e falou pra q eu a fodesse com força, ou então abriria a porta e se tornaria um banquete para todos q ali estavam. Aquelas palavras me excitaram demais e me motivou a fode-la como brutalidade. Socava o pau na sua bucetinha, enquanto a puxava pelos cabelos feito as rédeas de uma potranca. A rapaziada batia no vidro implorando a abertura da porta. Mas naquele momento eu já nem os notava mais. Só sentia o calor daquela buceta no vai e vem do meu pau. Ela gemia incontrolávelmente, anunciando que estava pra gozar e que a pressão não podia parar... O gozo foi quase simultâneo. Gozei dentro, deixando-a toda melada. E então ela se virou, abriu as pernas em direção do vidro e começou a passar os dedos levemente pela sua bucetinha, que ainda escorria porra de dentro p fora. Do outro lado do vidro os rapazes ainda se masturbavam pra ela. Enquanto eu estava satisfeito e exausto, aproveitei pra ficar de canto só olhando aquela cena... [continua]



domingo, 5 de fevereiro de 2017

A primeira vez

Sempre tivemos o costume de receber amigos em casa, seja pra comer, beber, jogar ou conversar... E em uma dessas reuniões, quase q madrugada, convidamos o casal JM/CS para dormirem em casa. Até aí tudo bem, não seria a primeira vez q acontecia. Seguimos com o papo e tbm com a bebedeira, até que a cerveja chegou ao fim. Isso normalmente era um sinal de que a noite acabará e q deveríamos dormir, mas não dessa vez. O JM e Eu decidimos sair em busca de mais e foi quando ele ​começou com ​a falar sobre nossos longos anos de amizade e do o elo criado entre nossas esposas... ​Como já estávamos sob o ​efeito da bebida​​, o papo tomou outro rumo, e começarmos a falar sobre como era o sexo com nossas esposas. A Mô sempre foi uma mulher muito atraente daquela q chama a atenção da rapaziada, então era de se esperar que ele comentasse sobre ela. Só não achei q fosse tão a fundo. Ele acabou me confidenciando q em suas transas com a CS eles fantasiavam a presença de outras pessoas e q ​em muitas vezes, nós​ (a Mô e Eu), éramos os personagens dessas fantasias. ​Detalhou cenas onde ​apenas ​as meninas se pegavam, o q fazia a CS ter grande empolgação no momento da foda, e tbm cenas q envolviam nós 4 trocando d​e casal. Eu ouvi tudo aquilo meio sem saber bem o dizer​, mas ao mesmo tempo q era estranho, foi me deixando entusiasmado com a ideia. A Mô e Eu nunca tinhamos feito nada parecido, mas depois de toda aquela história, minha vontade era uma! Nós tínhamos que criar uma oportunidade para que aquilo tudo virasse realidade.

A busca pela cerveja demorou mais q o normal, pq usamos esse tempo para tramar nosso plano. E a todo instante ele se mostrava confiante de que as meninas aceitariam a nossa proposta. Eu tinha minhas dúvidas, mas a vontade era tamanha que deveríamos arriscar. Ao voltar pra casa, com tudo planejado, retomamos a jogatina e passamos a servir a bebida com maior frequência. Logo veio a sugestão de aplicar castigo na dupla perdedora. Após alguns castigos envolvendo situações divertidas e tbm shot de bebida, vieram os castigos que realmente esperávamos. O primeiro foi que as meninas dessem um selinho, que aconteceu tão rápido como um raio, broxando nossas expectativas (rsrs). Já no segundo castigo, pedimos para fosse um beijo de língua com maior tempo de duração, e foi aí q começaram as reclamações. Iniciou-se uma pequena discussão bem-humorada entre os 4, de um lado elas diziam coisas como "isso não vale" e "esse castigo eu não vou pagar", e do outro nós defendíamos a regra do jogo, e elas tinham q cumprir. Nossa pressão foi tão grande, que elas não tiveram escolha e aceitaram o castigo. Porém, antes que o pagassem o castigo, nos fizeram algumas ameaças do tipo “quando vcs perderem, vou propor o mesmo” e “eu não vou ter pena na vez de vcs”. Naquele momento as ameaças não nos importava mais, elas iriam realizar o desafio e isso sim era o que motivava nossa comemoração.
Então veio o beijo, prolongado como pedimos e intenso por pura escolha delas. Aquilo nos excitou de tal forma q deixamos de lado o passo-a-passo do nosso plano, tanto que antes da rodada seguinte já tínhamos decidido utilizar o nosso Trunfo para o castigo. A rodada foi de tensão para nossa dupla, estávamos perdendo e as meninas anunciavam um castigo cruel (rsrs)... Mas não foi o q aconteceu, vencemos mais uma vez. E daí nossa comemoração foi igual a título de copa do mundo. E no meio da comemoração anunciamos que o castigo seria um boquete. (Nota: me lembro que naquel momento meu coração estava pra sair pela boca. Era um misto de ansiedade, alegria e MEDO!) Os minutos que anteriparam a resposta delas, foram como horas, mas para nossa surpresa não houve reclamação e muito mesmo negativa. As meninas apenas se entreolharam como se o q estavamos pedindo, já previsto. Elas riram, confirmando minha suspeita… Nesta altura o clima era totalmente favorável. Nosso plano tinha dado certo, todos iriamos transar, só que ainda não sabíamos se rolaria troca ou não.

Eles (JM/CS) iniciaram o boquete antes da gente, estavam mais à vontade eu acho, como se não estivéssemos lá. Assistir aquela cena me fez ter uma nova sensação, o meu lado voyeur se acendeu, era excitação pura, tanto que não me contive e já fui me posicionando para que a Mô também me chupasse e ela o fez com maestria. Depois de alguns minutos, eles decidiram parar o q faziam só para poder nos assistir. Aquela cena realmente merecia plateia e aplausos. Enquato eu estava de pé, a Mô passava sua língua desde as bolas até a ponta da cabeça do pau e depois descia colocando-o totalmente na boca. Foi aí que um misto de excitação e nervosismo tomou conta de mim, a Mô percebendo isso aumentou a intensidade das chupadas e lambidas, sempre umedecendo bem os lábios. Sem dúvida alguma era umas das melhores sensações que já havia sentido, o boquete sempre espetacular da Mô + os olhos vidrados dos nossos amigos, que permaneciam masturbando um ao outro... era tudo muito perfeito. Até que a CS questionou o pq de não irmos todos para o quarto, já q sabíamos muito bem qual seria a sequência daquele jogo...

No quarto, fomos todos direto para cama. A CS deitou-se de pernas abertas, enquanto a Mô ficou de 4, não exatamente sobre ela. Elas formavam um "L" ligadas pelos beijos na boca. Começamos a fode-las sem q saissem desta posição, oJM a CS e Eu a Mô. Suas bucetinhas estavam encharcadas de tesão e não demorou muito para q as carícias de um na esposa do outro começassem. E foi neste instante que estávamos dispostos a aceitar tudo naquela cama, e então o JM chamou a Mô até ele, ela foi, colocou-se deitada de bruço arrebitando bem a bunda para que ele pudesse ver sua bucetinha molhadinha antes de come-la (Nota: Eu adorei a atitude dela, fico excitado só de lembrar). Não precisei me mexer muito, pois a CS tbm veio até mim, ficou de 4 e colou com rosto colado no colchão, pedindo para q eu a fodesse. Meu pau naquele instante lateja antes mesmo de entrar na buceta dela, eu tentava me controlar para não gozar tão rápido, então enfiei fundo e bombei quantas vezes aguentei antes de tirar o pau fora para gozar. A noite não durou muito, posso dizer que foi bem empolgante... No outro dia, a manhã foi de um clima estranho, de poucas palavras e uma despedida rápida. O fato era q precisávamos de um tempo para digerir tudo aquilo. E foi o q aconteceu, o ocorrido não havia abalado a nossa relação, ainda nos considerámos grandes amigos, tanto é, que ainda vamos escrever sobre eles numa próxima história.


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Quem nunca?

Qual marido não desejaria uma mulher com todo o requinte de uma dama e que na sua intimidade é uma puta? Bom, ultimamente tenho me vangloriado dessa sorte, pois sou casado com uma mulher safada! E aqui, vamos focar exatamente na safadeza da Mô.
Das muitas fantasias que já propus à ela, não me recordo de alguma que ela tenha dito não logo de cara. Dessas muitas, já realizar algumas, enquanto outras... digamos que estão em análise (rsrs). Mas tem uma em especial que ainda não realizamos e que eu costumo cobra-la sempre que posso.

Sendo eu, um voyeur, ainda espero pelo dia em que ela vestirá roupas super provocantes, com as coxas à mostra e decotes valorizando os seios, daquelas que a faria ser devorada com os olhos de qualquer homens. Indo mais fundo nessa cena, já posso nos imaginar na noite paulistana. Em um lugar qualquer, onde parariamos para jantar. Ela chegaria magnífica, de salto alto e vestido bem curto, chamando a atenção de toda aquela “alcateia de lobos famintos”, prontos a atacar. Os peitos, imponentes, serião notados antes mesmo que qualquer outra parte do corpo. Mas ninguém se daria por satisfeito, os olhos permeneceriam grudados ao corpo da Mô, mais que seu próprio vestido, tudo para não perder a momento de mirar a perfeição que é a sua bunda. No meio do jantar, ela me informa o quanto esta excitada por conta daquela cobiça toda. Sugiro que escolha um, dentre tantos homens presentes no restaurante, para que seja seu crush naquela noite. Ela faria sua avaliação enquanto caminha da mesa ao banheiro. Com a escolha feita, ela o deixaria nota-la, cruzando as pernas de forma lenta em sua direção, permitindo aparecer a calcinha. Ele não iria tirar os olhos dela, mas não teria a iniciativa que se aproximar. Então a Mô um sinal, convidando-o para nossa mesa.
Já acomodado em nossa mesa, passaríamos aquela primeira etapa da conversa com êxito e ele até arriscaria os primeiros elogios, mesmo ainda intimidado com a minha presença. Mas não se esqueçam, estaríamos bebendo, e um brinde após o outro deixaria ele à vontade, encorajando-o chamando a Mô de gostosa e até pousar sua mão boba na coxa dela. Certa de que acertou na escolha do crush, a decisão seria partir pra um local mais reservado. No carro a caminho do motel, o tesão já estaria no ápice. Enquanto dirijo ela estaria me fazendo um boquete, intercalando a sucção do meu pau, com narrativas do que ela faria com o crush quando chegássemos no quarto.

No motel, ela começaria fazendo um strip ao alcance das mãos do crush, mas sempre evitando o seu toque, instigando o rapaz. Eu observaria tudo de perto sem perder nenhum detalhe. A minha proximidade também a ajudaria ficar mais à vontade e confiante de que esta segura. Já seminua, mantendo apenas a micro calcinha preta, ela abandonaria o crush e viria em minha direção, de quatro apoios, como se fosse a minha cadelinha. Nisso Eu abriria o botão da minha calça e sem tira-la daria o meu pau para que ela chupar. Em seguida ele tbm se posicionaria, aproximando o pau da boca da Mô. Intercalando a sua atenção com os 2, hora com a boca hora com a mão, a Mô se mostraria cada vez mais voraz e insaciável. E ao perceber isso, Eu a colocaria de 4 sobre a cama, deixando que o crush apreciasse a vista daquela xaninha brilhando pela umidade. Depois passando meu dedo entre os lábios da buceta, eu sussurraria ao ouvido dela para que se prepare para ser fodida. Em resposta, ela daria um longo e suave gemido. Forçaria sua cabeça para baixo, aumentando a curvatura do seu corpo dela enquanto digo para que abra a bunda utilizando as mãos. Pronto, o convite estaria feito e o crush não perderia tempo em fode-la. E este primeiro momento, estaria reservado apenas para eu assistisse. Mas isso não duraria muito, seria impossível só assistir, eu teria que entrar na festa. Entregando meu pau para que a Mô chupasse, ela o faria com gosto, só parando para dar altos e incontroláveis gemidos por causa da forma que o crush meteria em sua bucetinha.
Ao chegar a minha vez de fode-la, ela já estaria decidida em qual seria a posição. De costa pra mim e cavalgando no meu colo, ela não perderia contato com o pau do crush, que estaria em pé a sua frente facilitando o boquete. Ainda cavalgando, ela empinaria a bunda, um sinal claro pra que eu coloque o meu polegar no seu cuzinho. Eu lubrificaria o dedo com saliva e iria direto ao ponto. Fazendo alguns círculos como se estivesse apenas massageando-o, mas ao mesmo tempo que ela empurrasse o corpo de encontro ao meu, eu o enfiaria. O dedo iria fundo. O ritmo da mão seria mantido em sincronia com as reboladas dela no meu colo. Neste momento ela se sentiria completamente preenchida. E sabendo que a Mô estaria prestes a gozar, mudariamos de posição, para que ela goze fazendo o que mais gosta. O crush se deitaria, ela montaria no pau dele, rebolando para encontrar o encaixe perfeito na xaninha. Nisso viria por trás, agachando e tocando a cabeça do meu pau no seu cuzinho. Apoiaria as mãos na sua cintura e empurraria o pau todo para dentro, arrancando-lhe um gemido, que seria uma mescla de dor e prazer extremo. Ambos estariam bombando nela com pressão e intensidade, jogando o seu corpo à frente. O som dos corpos se batendo, o suor escorrendo e a respiração forte, seriam sinais de que todos estaríamos pra gozar. E então viria o momento, uma explosão de prazer, gritos em conjunto, ela se contorcendo, mais gritos… Nós gozaríamos de forma magistral!
Satisfeitos com a noite, agradeceríamos ao crush pelo “serviço” prestado e partiríamos sem muita enrolação, até pq não buscamos por laços afetivos. E de volta a nossas vidas normais, a expectativa seria “quando e como será a nossa próxima vez?”.
Essa é a vantagem de se viver uma vida secreta, cheia de prazeres e vontades.